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A série apresentada a seguir é resultado da investigação realizada em 2020 durante o primeiro ano da Pandemia de Covid-19. Em quarentena a artista pesquisa a representação da própria imagem buscando uma narrativa autoral, em primeira pessoa, transgredindo a extensão tradição da História canônica da Arte em que a representação do feminino é do domínio dos homens para deleite do patriarcado.  A criação que abre a série é um diálogo com a artista Barbara Kruger e sua famosa obra que denuncia as tensões de ser e estar mulher em que se lê “My Body is a Battleground”. Gabriela propõe uma resposta esperançosa de que no século XXI as mulheres possam dizer que seus corpos são espaços-tempos de seu próprio prazer e autocuidado.